domingo, 10 de fevereiro de 2013

Não Seja Prolixo


Hoje irei argumentar sobre um sério problema que qualquer pessoa com o mínimo de consciência de sobriedade, não aceitaria de nenhuma maneira.

Suas explicações supérfluas, seus discursos com alto índice de palavras, sua oratória longa e descaradamente fútil, nada fazem bem para o receptor de sua lastimável conversa.

Se não tem nada a dizer, silencie.
Se te perguntam algo, responda-o simplificadamente.

Não tente recriar aquilo que você não sabe descomunalmente.
Não seja um Ph.D de mentira em um assunto desconhecido à você.

Aquele que se presta ser atencioso em lhe ouvir, mostra-se educado.
Não seja responsável em poluir sonoramente seus ouvidos.

Tenha clemência com sua saúde.
Tenha respeito por  sua boa vontade.

Quase sempre, aquilo que você chama como supra-importante, não tem a menor relevância ao receptor. Nada tem de extraordinário.

Bem, criei está pequena lição para uma satisfatória receptividade entre o locutor (você) e receptor (eu).

1- Não fale nada, silencie.
2- Jamais esqueça a lição número 1.

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